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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

No Brasil, alas LGBT são criadas em presídios para reduzir violência contra homossexuais


A divisão de detentos nas penitenciárias brasileiras ainda é um tema polêmico no Brasil. Isso porque falta espaço para a realização dessa atividade e o nível de violência interna se torna alta quando você une presos de diferentes crimes e organizações no mesmo espaço. Uma bomba-relógio é a situação que vive todos os dias diversos presídios brasileiros.







Para minimizar essas ações violentas, algumas cadeias que funcionam nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraíba, Mato Grosso e Bahia estão implantando novas alas que separam o público LGBT(lésbicas, gays,bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) do restante da população carcerária. A justificativa é que essa minoria acaba sofrendo com o mesmo preconceito que atinge o dia a dia do cidadão livre, onde são espancados e abusados sexualmente.





De acordo com a assessoria da SGAP, o Estado não tem condições de assumir tal compromisso já que possui outras prioridades de administração. “Não temos estrutura para separar por crime e faixa etária. O que podemos separar dentro das unidades é em caso de rixa entre gangues. E é assim que nós fazemos. É tanto que desde 2009 nós registramos uma grande queda no número de mortes dentro do sistema prisional”, destaca a Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP).





Ainda segundo a assessoria da SGAP, unidades somente são separadas pelo sexo, no caso do Presídio de Santa Luzia para mulheres, e do Centro Psiquiátrico Judiciário (CPJ) para quem possui sociopatias ou psicopatias. “Mesmo assim, em geral, nós temos trabalhos voltados para as famílias dos presos”, salienta.





Já para o presidente do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), Nildo Correia, medidas desse tipo que estão sendo utilizadas em outros estados são importantes somente como forma preventiva. “Não é o ideal, mas dada a situação de violência em que vivemos, esse tipo de medida acaba se tornando necessária também para Alagoas no intuito de garantir a integridade física e moral dos detentos”, diz Nildo.





Entre os tipos de violências registrados por trás das grades, Nildo destaca a cobrança de pedágios, a obrigação em ter relações sexuais e a utilização do homossexual como “moeda de troca”. “Acaba se tornando uma forma preventiva de evitar grandes rebeliões, mas ainda assim o que resolveria o problema seria a realização de um trabalho de conscientização para a população carcerária com políticas sócio-educativas, e não necessariamente a exclusão ou a criação de uma unidade extra”, avalia.

III Grand Prix de Voleibol LGBT neste fim de semana em Manaus


Liga da Diversidade

O III Grand Prix de Voleibol LGBT tem início nos próximos dias 5 e 6 de outubro, a partir das 15h. Com 14 equipes inscritas - duas a mais que em 2012 -, cada uma representando um país, a competição passa a ter a chancela da Federação Amazonense de Voleibol (FAV), que vai dar suporte com arbitragem e matérias de competição. Surpresas e muita animação são as promessas dos participantes que aguardam um público valoroso durante as disputas.

Feliz por conquistar o recente apoio da entidade do voleibol profissional, o coordenador da competição, Daniel Coelho, exaltou o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos. “A federação nos deu a arbitragem e material para os jogos. Para nós é uma conquista muito grande. Até então sempre pedíamos apoio de algumas entidades e nunca tínhamos. Agora temos uma visibilidade maior e mostramos que somos organizados. Não é à toa que somos a competição LGBT mais importante da região”, afirmou o coordenador.
Daniel ainda espera um grande público na festa de abertura do evento, que ocorre no dia 4 no Ginásio do Clube do Trabalhador – Sesi, Zona Leste, a partir das 18h. “O público pode comparecer que terá grandes novidades e muita alegria”, disse.

Atriz de velozes e furiosos nega ser lésbica

Por FAMOSIDADES



SÃO PAULO - Mais uma atriz assumiu sua bissexualidade publicamente. Michelle Rodríguez, uma das estrelas do filme 'Velozes e Furiosos', admitiu ter relações com homens e mulheres.

Ela confirmou o fato de os fãs a julgarem como lésbica. 'É, não estão muito longe. Experimentei os dois lados. Faço o que gosto. Sou curiosa demais para sentar aqui e não experimentar quando tiver oportunidade. Os homens são intrigantes. Garotas também', disparou ela em entrevista à revista 'Entertainment Weekly'.

Sem papas na língua, a atriz de 35 anos afirmou ainda: 'Costumo sempre falar o que faço com minha vagina e ainda assim todo o mundo ainda está interessado. Nunca desfilei pelo tapete vermelho com ninguém e depois perguntam o que eu faço com a minha sexualidade. Como sempre faço papéis com roupas masculinas sempre presumem que sou lésbica'.

Fonte:msn

O CORPO FEMININO NO AMBIENTE DOMÉSTICO.

Na história da arte e do pensamento o tema mulher é o fruto proibido que alimenta a criação, mas também é a flor e seu aroma angelical, o tronco como recurso capitalista, as raízes metafisicas do não-ser, todas elas tão estáticas quanto um árvore que só faz crescer desde Parmênides e ser podada ligeiramente por Carlos Lineu, carecida de movimentação pedestre.


A mulher enquanto negativa do homem é destinada ao ambiente interno, a ver o mundo pela janela quadricular, jogar suas tranças e pagar o dote do mundo. Pintada em cores frias, já que a iluminação refragida da Verdade Absoluta são as matizes que saem da fogueira.

Desde a separação da androgenia, a oração é exclusividade do divino, a mulher ora, conversa com Deus, pois falar com o sagrado é íntimo e necessita silêncio da casa, nos bares frequentam bêbados gritantes. A parte incumbida ao homem foi a ação, compete ser o ativo na política e por isso ser cidadão ateniense. A oração então é apenas na hora do gozo, quando masculino e feminino se unem, no rápido momento corporal divino.

Foi inicialmente com a especificidade da biologia que a mulher deixa de ser esotérica transcendente, a vagina não é um pênis para dentro, e essa foi a descoberta da modernidade que desafia a metafísica de Platão. Ser delicada não quer dizer não ser bruto, por mais contraditórios que homem e mulher pareçam, não são opostos dentro dessa novo perspectiva.

A porta pode estar aberta, mas a mulher ainda não saiu de casa, o ambiente é ainda doméstico, mas já escuta o barulho das motocicletas, as mulheres bebendo a veritas enclausuradas na fotografia de Hannah Starkey.

Darlon Silva,
Poeta.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Salvador vai de bike? Salvador vai de banco com vídeo


Dando uma banda no Itaú, patrocinadora dos programas de bicicletas pública (mas que você paga pra usar) 
É triste precisar que bancos, justo bancos, tenham que fazer algo que deveria ser feito pelo poder público.  Pior ainda é que mesmo com a parceria estabelecida, desovaram uma quantidade de bicicletas gigantesca sem nenhum preparo. As bicicletas não tem itens de segurança básicos, como luzes, e a cidade segue sem nenhum quilômetro de ciclovia
de lazer na orla e “ciclovias” pintadas no chão das calçadas, sem oferecer nenhuma estrutura para que as bikes sejam de fato utilizadas – e vistas – como meio de transporte.

O bradesco que não é bobo lança a "campanha" pífia deles.

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