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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Jornal da Metrópole e sua despolitização e não entendimento de preconceito. LGBTs de todo Brasil: Vaias ao Jornal da Metrópole...


Na edição de número 47/de 29/05/2009 O "CONCEITUADO" Jornal da Metróploe comete um crime ao ser carregado de preconceito, pois homofobia não é crime, mas preconceito é. Veja:

Entre a minoria de projetos de lei propriamente ditos, existem alguns absurdos. Um exemplo é o projeto do vereador Alberto Braga (PSC), que propõe uma faixa exclusiva para motociclistas.

Edson da União (PMN), por sua vez, vê como salutar a colocação de tarjas de alerta nas portas de vidro das instituições públicas municipais e estabelecimentos comerciais. Certamente, já tomou alguma pancada na cabeça.

Outro “brilhante” projeto vem de Léo Kret (PR): fazer com que prevaleçam “nomes sociais” de travestis e transexuais nos registros escolares das crianças da rede municipal. Para fechar com chave de ouro, um brinde à inutilidade:

Sandoval Guimarães (PMDB) quer sessão especial para comemorar 31 anos do Outdoor no Brasil. Já em São Paulo, a Prefeitura proíbe os outdoors, iniciativa de forte apoio popular.

Agora veja a resposta dos LGBTs do PT Bahia na matéria seguinte a baixo... e quem quiser que pense que a gente está com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar...

...Resposta do Setorial de Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros










Para quem não sabe o Partido dos trabalhadores que é PLURAL tem setorial LGBT.
A minha opinião bem simploria é: Porque lésbicas e gays votam e portanto teem direitos e não só deveres. Unam-se a nós. Para deixarmos de ser massa de manobra, boi de manada, tarefeiro. E sermos cidadãos e cidadãs sem engodos.








Leiam a resposta:








Caro Editor do Jornal da Metrópole,








causou estranheza a classificação de "absurdo" o projeto da vereadora Léo Krett de se incluir o nome social das travestis e transexuais nos registros escolares (matéria abaixo). Faltou conhecimento desse veículo sobre o cunho do projeto.








A homofobia (ódio, aversão a homossexuais) é disseminada na sociedade diuturnamente. Violência, agressões e até assassinatos são cometidos contra essas pessoas.








Mas a homofobia pode ser dar nos comentários picantes, nas piadinhas, na grosseria do trato. Convenhamos então para uma jovem (criança/adolescente ) descobrir sua sexualidade diferenciada do "comum", como é o caso da travesti e transexual, desejar ser feminina e ser chamada pelo nome de batismo da matrícula na escola é uma forma de disseminação dessa homofobia.







Deve ser bastante constrangedor para uma 'mulher' que se apresenta num posto de saúde, por exemplo (não é o caso da matéria em si) ser chamado de 'Adamastor' no corredor. Por que não chamá-la como ela gostaria que fosse? Por que não reconhecer a sua diversidade e respeitar o seu direito a ter um nome social? Acredita mesmo esse jornal que isso é algo 'absurdo'?








Recentemente os governos estaduais do Pará e do Piauí decretaram leis que reconhecem o nome social das travestis e transexuais nas escolas, exemplos que deveraim ser seguidos na Bahia, terra da alegria, felicidade e liberdade, pois não? Acho que está na hora deste jornal rever seus (pre)conceitos.








Atenciosamente.





Wesley Francisco da Silva
Diretor Geral Associação Beco das Cores - Educação, Cultura e Cidadania LGBT Representante da Região Metropolitana do Fórum Baiano LGBT
Coordenador Geral Núcleo Setorial Estadual LGBT do PT da Bahia

E O PRÉ CONCEITO CONTINUA...




...mas a maioria dos "machos" sempre tranzam uma TRAVECA como eles as chamam e elas se permitem ser chamadas




Campanha por lei contra homofobia tem baixa adesão

O grupo carioca Arco-Íris lançou a campanha "Não Homofobia!" para coletar 1 milhão de assinaturas, durante um ano, pela aprovação do projeto de lei que torna crime a discriminação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) no Brasil. A Parada Gay do Rio, realizada em 12 de outubro do ano passado em Copacabana, com público de 1,5 milhão de pessoas, deu início ao movimento. Passados sete meses, porém, apenas 42 mil assinaturas foram registradas no site da campanha em apoio ao PLC 122/2006.




O texto do projeto voltará à etapa de emendas no Senado. Sem a negociação de um substitutivo, admitiu a senadora Fátima Cleide (PT-RO), relatora do projeto, ele não será aprovado. A meta de assinaturas apenas seria alcançada caso 2,7 mil pessoas acessassem o site por dia. De outubro para cá, a campanha virtual ganhou a adesão média diária de 185 assinaturas. Para reverter esse quadro, o site precisa receber 7,2 mil assinaturas diariamente até 11 de outubro, quando será realizada a 14ª parada carioca.




O presidente da Associação da Parada LGBT de São Paulo, Alexandre Santos, não considera o resultado negativo. “A campanha tem a sua importância porque o tema ganha visibilidade. O Congresso, de algum modo, vê que existe mobilização. Precisamos esquecer a ideia de frustração”, afirma. Neste ano, o militante afirma que o discurso político da parada paulistana, dia 14, será mais uma vez pela aprovação do projeto. Ano passado o evento atraiu 3,4 milhões à Avenida Paulista.




Agência Estado.

FUMAR É DEMODÊ


Começa fiscalização contra fumo em Salvador

Salvador - Fiscais da Prefeitura de Salvador começaram hoje a fiscalizar o cumprimento da lei que proíbe o fumo em estabelecimentos fechados, públicos ou privados, da capital baiana. A lei, aprovada na Câmara no dia 20 e sancionada pelo prefeito João Henrique Carneiro na sexta-feira prevê multas de entre R$ 200 e R$ 2 milhões para fumantes e proprietários de estabelecimentos. O fumo só está liberado em ambientes ao ar livre.




Segundo a Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Prevenção à Violência, responsável pela fiscalização, nos primeiros dias as visitas a estabelecimentos terão "caráter educativo", mas poderão resultar em notificação dos estabelecimentos, caso haja flagrante de descumprimento da norma. "Caso haja novo flagrante, em uma segunda visita, o estabelecimento e o infrator serão autuados e multados", diz o secretário Fábio Rios Mota. A capital baiana é a que tem a menor proporção de adultos fumantes no País, com 11,5% da população adepta do tabagismo.

Para RENATA CARINE: Tiurys. Que espero infinitamente que deixar de fumar não lhe faça menos feliz.





01/06/2009 - 17h59 FONTE: Agência Estado


sábado, 30 de maio de 2009

NA BAHIA: O nova geladeira... partindo do programa nacional BOLSA GELADEIRA


Esperamos que dessa vez esse programa chegue de fato para quem necessita. Para que possamos reduzir os custos de energia, melhorarmos a qualidade de vida e meio ambiente e garantindo o futuro das novas gerações.


Como? Isso mesmo. Um simples ato que pode parecer clientelismo para os que não fizeram nada nessa ordem, que não incluiram nem melhoraram a vida dos socialmente excluidos nem um milimetro.




Significa uma ação ampliada em vário setores. Não só o de melhorar a qualidade de vida. Mas de cuidar do meio ambiente, resgatar auto estima, avanço do poder ecônomico: redução de conta de energia, crescimento financeiro ainda que ínfimo, mas que pode garantir a matricula de um dos filhos em algum curso técnico ou preparatório, tudo dependede de como se utiliza o dinheiro que sobra ou que foi economizado com o novo investimento.




Precisa apenas cuidado ao reinvestir essa verba e (diga-se passagem não só em alimentação) ter de forma clara como funciona a relação custo beneficio já que deve-se desenbolsar a grana da geladeira. Uma pequena aula de administração do recurso doméstico.


Mais nformações leia o bolsa geladeira nesse blog.






Para cadastrar-se: http://www.novageladeiracoelba.com.br/







E viva o Socialismo. Ainda que não haja os avanços necessários e atinja bem menos gente do que o almejado. Mas atinge...



A vantagem é que pelo menos as ideias saem do papel. e quanto aos outros? Que mostrem suas ações propostas e executadas. Isso sim, é oposição inteligente.
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