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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA LANÇA CAMPANHA “A VIDA É MELHOR SEM AIDS” PARA O CARNAVAL



    A Vigilância Epidemiológica está engajada na campanha de prevenção “A vida é melhor sem AIDS” do Ministério da Saúde, que em 2013 será voltada para a população de 15 a 49 anos sexualmente ativa. A escolha dessa população leva em conta critérios epidemiológicos e comportamentais. Segundo dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos, o uso da camisinha vem caindo em todas as faixas etárias.
    Os jovens ainda são a população que mais usa o preservativo, apesar de também ter ocorrido nesse segmento uma ligeira queda no uso. As pesquisas demonstram também que as relações casuais têm apresentado aumento e que 25,3% da população tiveram mais de 10 parceiros na vida, considerando a população de 15 a 64 anos. No último ano, 14,6% dos jovens tiveram mais de cinco parceiras eventuais. No mesmo período, o índice foi proporcionalmente a metade (7,2%) entre a população de 24 a 49 anos de idade.
     Apesar do elevado conhecimento da população sobre o preservativo como sendo o método mais eficaz para a prevenção ao HIV e outras DST (98% da população), os dados apontam que, depois da primeira relação sexual, o uso da camisinha cai. Passa de 61% para 50% nas relações sexuais com parceiros casuais. Por isso, o Ministério da Saúde tem se empenhado na divulgação de campanhas de conscientização do uso de preservativos.

    Sobre a Campanha

    A campanha de prevenção tem como objetivo principal, reforçar que o uso da camisinha deve ser sempre um hábito, possível de ser seguido. Uma boa parte da população jovem já usa a camisinha como hábito. O desafio é fazer com que mais pessoas adotem a mesma prática, mesmo quando a relação fica estável, além de alertar aos jovens que a AIDS ainda não tem cura.
    Considerando que há uma tendência de distanciamento e de negação da população em relação às DST e ao HIV/AIDS, o que costuma afastá-las de comportamentos seguros de prevenção, o tema da Campanha de Prevenção 2013 está sendo: “A vida é melhor sem AIDS”. A frase de apoio é: “Proteja-se. Use sempre camisinha”.
    A Secretaria de Saúde informa que os preservativos são distribuídos, gratuitamente, todos os dias, na Farmácia Municipal (próximo ao SAAE), nas Unidades Básicas de Saúde e nos Distritos de Tapinas e Nova América.
     

    Editais do MinC para criadores e produtores negros têm inscrições prorrogadas até março



    Nesta segunda-feira (28/01), Representação Regional do ministério na Bahia e Sergipe realiza primeira Oficina de Capacitação



    Até 25 de março, produtores, pesquisadores e criadores negros podem se inscrever em cinco editais nas áreas de pesquisa, artes visuais, audiovisual, circo, dança, música, literatura e teatro. Podem participar também instituições envolvidas com a cultura negra. São prêmios profissionais, no total de R$ 9 milhões, garantidos nas cinco regiões do país, através de uma parceria do  Ministério da Cultura (MinC) e da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

    Com o objetivo de divulgar estes editais e auxiliar o processo de inscrição dos produtores de cultura, a Representação Regional do Ministério da Cultura nos Estados da Bahia e Sergipe oferece oficinas regionais de capacitação. A primeira oficina acontece em Salvador nesta segunda-feira (28/01), das 10h às 13h, no Auditório do Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador (Praça Municipal – Centro Histórico). A oficina é gratuita e não exige inscrição prévia.

    Todas as informações sobre os editais podem ser consultadas no site do MinC –http://www.cultura.gov.br/ – e diretamente na Representação Regional do Ministério da Cultura nos Estados da Bahia e Sergipe (Rua Ignácio Acioly, n. 06, Pelourinho, fone (71) 3417-6918), em horário comercial.

    (Divulgação RR-BA|SE/MinC)

    Wreck-It Ralph "Bring Together" Spot - In Theaters Friday!


    Roger Ross Williams - Evangelho da Intolerância (Gospel of Intolerance)


    A GLOBO TEM MEDO DA INTERNET por Conversa Afiada



    Publicado em 24/01/2013


    Globo se vinga com ações em massa na Justiça para fechar a blogosfera

    Por sugestão de amigo navegante dos tempos da Globo:

    “REDE GLOBO TEM MEDO DA INTERNET”




    Blogueiros sofrem implacável perseguição judicial do diretor de jornalismo da maior emissora do país

    24/01/2013



    Pedro Rafael,
     

    de Brasília (DF)





    Um dos espaços mais fortes de contraponto à hegemonia dos grandes meios de comunicação são os blogs de jornalistas e ativistas espalhados pela internet. A velocidade da rede e a capacidade de disseminação de informações têm provocado reações que revelam o verdadeiro compromisso dos empresários da mídia com a liberdade de expressã
     





    Na mais recente investida contra blogueiros, na semana passada, o diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, venceu em segunda instância o processo que move contra Rodrigo Vianna, repórter da TV Record e dono do blog Escrevinhador, que chega a ter mais de 30 mil acessos diretos por dia. O blogueiro, que foi repórter da Globo e saiu justamente por discordar da cobertura parcial da emissora nas eleições presidenciais de 2006 – em favorecimento à candidatura do PSDB – pode ser obrigado a pagar uma salgada indenização apenas porque exerceu o “sagrado” direito constitucional da livre opinião. O problema é que foi contra a Globo.
     

    Vianna publicou em seu blog que o jornalismo da emissora comandada por Kamel era algo “pornográfico”, em alusão a uma infeliz coincidência: um ator pornô dos anos 1980 também usava o mesmo nome do manda chuva do jornalismo da Globo. Ao se apropriar da informação como metáfora, para produzir uma crítica, o jornalista atingiu o alvo.

    “O que me interessava era a homonímia entre o ator pornô e o diretor da Globo, e não dizer que um era o outro, como afirma meu acusador. Tratou-se do exercício da liberdade de opinião, ou seja, usar uma metáfora para criticar o jornalismo pornográfico que a Globo pratica. Aí não pode, porque metáfora só quem pode fazer é o Arnaldo Jabor, que escreveu um livro chamado Pornopolítica. Eu recorri ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e perdi. O que eu vou fazer agora é recorrer aos tribunais em Brasília e seguir protestando, mostrando a hipocrisia dos caras que falam em liberdade de expressão, mas só para eles. É como os liberais do século XIX, que reivindicavam o liberalismo para serem donos de escravos porque abolir a escravidão, na visão de alguns desses liberais, atentava contra a propriedade privada, que eram os próprios escravos”, desfere o escrevinhador.

    Rodrigo Vianna não é o único. Outros blogueiros bastante conhecidos como Luiz Carlos Azenha – também ex-repórter da TV Globo, Luiz Nassif, Cloaca News e Paulo Henrique Amorim colecionam no currículo ações criminais impetradas pelo diretor da vênus platinada. “Então, não pode fazer política, não pode brincar, criticar através do humor. Nem os militares fizeram isso com o Pasquim. É incrível como um sujeito como o Ali Kamel, que controla os noticiários da principal emissora de TV do país, que acaba influenciando outros veículos das Organizações Globo, quer processar um blogueiro como eu. É porque eles estão dando muita importância para a blogosfera”, desabafa Vianna.

    “A mídia não aceita ser questionada. E as brincadeiras que a Globo faz com a Dilma no Zorra Total, por exemplo? Eles são ótimos para defender a liberdade deles, dos monopólios. Quando a brincadeira é com eles, não gostam e revelam um DNA fascista muito forte. Outro caso diz respeito ao jornal Folha de S. Paulo. Quando a turma fez uma crítica, como foi o blog Falha de S. Paulo, o jornal reagiu com ação judicial para tirar o site do ar”, aponta o jornalista Altamiro Borges, do Blog do Miro e presidente do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé. Miro é um dos organizadores do Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, que já teve três edições.



    Desvendando o jogo
     

    Já faz um tempo que a liberdade de expressão na internet tem incomodado os maiores conglomerados de mídia do país. Em 2006, durante as eleições presidenciais, o acirramento da disputa produziu um dos episódios mais constrangedores do jornalismo contemporâneo. Às vésperas do primeiro turno, com todas as indicações que o então presidente Lula confirmaria a vitória sem a necessidade de novas eleições, nasce um escândalo que daria sobrevida para a candidatura do PSDB, na figura de Geraldo Alckmin. Operação da Polícia Federal, duas semanas antes, tinha desbaratado a tentativa de duas pessoas ligadas ao PT em comprar, com R$ 1,7 milhão, um suposto dossiê contra José Serra e outros tucanos graúdos.

    A denúncia não teve o efeito prático desejado. Faltava a bala de prata para sensibilizar o eleitorado. Foi aí que surgiu Edmílson Pereira Bruno, o delegado da PF que havia comandado a operação contra os “aloprados” – alcunha que teria sido dita por Lula ao se referir às figuras que tentaram adquirir o dossiê e acabaram prejudicando o próprio presidente. Bruno convidou quatro jornalistas para uma conversa reservada e repassou os CDs com as fotos do montante do dinheiro que havia sido flagrado nas mãos dos compradores do tal dossiê. A conversa foi inteiramente gravada e nela se pôde ouvir os apelos excitantes do delegado para que as imagens fossem parar na edição do Jornal Nacional (JN) do mesmo dia, 29 de setembro. Dito e feito. Os jornais do dia seguinte estamparam a manchete com as fotos e o JN dedicou quase toda sua edição para mostrar as imagens da montanha de dinheiro. O uso político das fotos ficou ainda mais evidenciado pelo fato das matérias, todas elas, omitirem a conversa com o delegado, em que ele claramente condiciona a divulgação dos fotos para atingir a candidatura petista. Os próprios jornais difundiram a informação mentirosa de que as fotos teriam sido roubadas, quando, na verdade, tinham sido repassadas a eles pelo mesmo delegado.

    No caso do JN, o uso político pôde ser constatado porque, na mesma noite em que se exibiram as fotos sem a contextualização de como foram obtidas, ocorreu a tragédia com o avião da Gol, em que morreram 154 passageiros no impressionante choque aéreo com o jato executivo Legacy, comandado por dois pilotos norte-americanos. Nada sobre o acidente foi informado, mesmo com a notícia repercutindo no mundo inteiro ainda durante a edição ao vivo do jornal.

    Toda a ação orquestrada pela mídia nesse fatídico dia 29 de setembro de 2006 foi depois denunciada em reportagem da revista Carta Capital, assinada pelo jornalista Raimundo Rodrigues Pereira. Ocorre que a matéria, por sua vez, foi incrivelmente espalhada através de sites e correntes de emails pela internet e gerou uma onda de indignação que ecoou na redação da TV Globo. “Foi naquele momento das eleições que eu percebi o papel da internet”, relata Rodrigo Vianna, à época repórter da Globo em São Paulo. “Primeiro, porque as informações que foram colocadas por um colega de TV Globo na época, o Luiz Carlos Azenha, serviram de base para uma matéria da revista Carta Capital”. Azenha havia transcrito para o seu blog, o Viomundo, a íntegra da conversa com o delegado da Polícia Federal que vazou fotos da apreensão do dinheiro no escândalo dos aloprados.

    “Os jornalistas que participaram da conversa com o delegado fizeram de conta que o encontro nunca existiu. A matéria da Carta teve uma repercussão muito grande na internet, nos blogs, tanto que a Globo teve que responder. O Ali Kamel admitiu que teriam que responder. Nem tanto por causa da revista, mas principalmente pela repercussão na rede. Foi aí que eu percebi que a Globo tem medo da força internet”, calcula. Foi em decorrência desse episódio que Rodrigo Vianna se desligou da emissora. Meses mais tarde, o próprio Luiz Carlos Azenha também desembarcaria do grupo de comandados de Kamel. Atualmente, ambos são repórteres da TV Record e mantêm, de forma autônoma, alguns dos blogs mais prestigiados da internet quando o assunto é política, jornalismo e temas da conjuntura, batendo a casa dos milhões de acesso/mês.



    Mídia que incomoda
     

    De lá para cá, o debate público, especialmente nos períodos eleitorais, tem ficado um pouco menos desigual. “Quando há a centralidade do modelo eleitoral, como tem sido no Brasil, a luta de classes se exacerba e as contradições ficam mais visíveis, aí a mídia alternativa cumpre um papel mais relevante e incomoda”, avalia Miro Borges, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. Três episódios recentes estão entre os mais emblemáticos: a história da bolinha de papel é o campeão de preferência na internet. “Não fosse a mídia alternativa, a bolinha de papel teria virado um míssil na cabeça do Serra”, brinca Miro, em referência a bolinha de papel que atingiu a cabeça do tucano durante uma atividade de campanha no Rio de Janeiro. Ele alegou que tinha sido atingido por um objeto pesado e duro e criou toda uma cena, comprada pela maioria dos meios de comunicação, inclusive e novamente, o Jornal Nacional. A história virou piada.

    Outro episódio foi a guinada conservadora da campanha de José Serra durante o segundo turno das eleições. Começou-se a espalhar um boato de que Dilma Rousseff seria defensora do aborto. Uma das porta-vozes do discurso obscurantista foi a própria esposa do candidato, Mônica Serra. “Até que uma aluna dela, através do facebook, escreveu uma mensagem dizendo estranhar a postura da Mônica Serra porque ela já tinha confessado ter feito aborto para as alunas, durante uma aula de dança. Aí eles tiveram que calar a boca e encerrar esse assunto imediatamente porque ficava evidente que era pura hipocrisia eleitoreira”, conta Miro.

    Não à toa, também nessa época, José Serra cunhou a expressão blogueiros sujos, ao discursar para militares de pijama durante uma reunião na sede do Clube Militar, no Rio. Uma historia menos conhecida foi o clipe que a Globo preparou, em 2010, para comemorar o seu aniversário de 45 anos. “Por pura coincidência, justamente nos seus 45 anos de fundação, a Globo usou o mesmo refrão da campanha do Serra, o tal do ‘Queremos Mais’, utilizando, claro, atores globais e nas mesmas cores da campanha tucano. O clipe terminava com um número 45 gigante na tela”, ironiza Miro Borges. No dia seguinte, a blogosfera não deu sossego e a Globo, após uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou se tratar de propaganda irregular, acabou tendo que tirar o clipe do ar em menos de 48 horas.


    Em tempo: o ansioso blogueiro acima citado lembra aos amigos navegantes deste ansioso blog que se sente homenageado por ações judiciais desse que chama de Gilberto Freire com “i”(*); do Ataulfo Merval de Paiva (**); e de um ignoto reporter que tentou processá-lo por “crime de racismo” (???). Há outro também global que o processa, mas cujo nome, diminutivo, não lhe ocorre, agora, de pronto. Diz-me quem te processa e dir-te-ei quem és. Vá à aba “Não me calarão”PHA

    (*) Ali Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da história da Globo (o ansioso blogueiro trabalhou com os outros três), deu-se de antropólogo e sociólogo com o livro “Não somos racistas”, onde propõe que o Brasil não tem maioria negra. Por isso, aqui, é conhecido como o Gilberto Freire com ï”. Conta-se que, um dia, D. Madalena, em Apipucos, admoestou o Mestre: Gilberto, essa carta está há muito tempo em cima da tua mesa e você não abre. Não é para mim, Madalena, respondeu o Mestre, carinhosamente. É para um Gilberto Freire com “i”.

    (**) Até agora, Ataulfo de Paiva era o mais medíocre dos imortais da história da Academia Brasileira de Letras. Tão mediocre, que, ao assumir, o sucessor, José Lins do Rego, rompeu a tradição e, em lugar de exaltar as virtudes do morto, espinafrou sua notoria mediocridade.

    Petrobras lança concurso para nível médio.




    A Petrobras Distribuidora realizará processo seletivo público para preenchimento de vagas e formação de cadastro de reserva. Estão previstas 44 vagas para nível médio. O prazo para as inscrições será de 24 de janeiro a 21 de fevereiro de 2013. As provas serão realizadas no dia 14 de abril de 2013 e a divulgação do resultado final está prevista para 18 de junho de 2013.

    Para nível médio, a carreira é de Técnico(a) de Administração e Controle Júnior, com a remuneração mínima de R$ 2.599,45. Para nível médio com Formação Técnica, as carreiras são de Técnico(a) Contabilidade Júnior, com remuneração mínima de R$ 2.599,45; Técnico(a) de Operação Júnior, Técnico (a) de Segurança Júnior e Técnico(a) de Suprimento e Logística Júnior, com remuneração mínima de R$ 3.132,34.

    O valor da inscrição é de R$ 35 para todos os cargos de nível médio. O processo seletivo terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período.

    Confira o Edital

    Fonte:

    Paperman - Full Animated Short Film


    Amor ou Amizade - Filme Dublado e Completo


    ISS: EXEMPLO DEVE VIR DA CASA DE ACM NETO


                         Por Ernesto Marques

    O prefeito ACM Neto tem fundadas razões para buscar medidas capazes de aumentar as receitas próprias do Município e assim reduzir a dependência das transferências voluntárias dos governos estadual e federal. Vai precisar da máxima eficiência da máquina arrecadadora, e para isso contará com gente séria e bem qualificada que tem na Sefaz Salvador, de onde saiu uma das boas novidades das eleições de 2012, o vereador Silvio Humberto Passos Cunha. O desejável aumento da arrecadação exigirá mudanças no Código Tributário, que o prefeito bufão JH não teve coragem de fazer. A falta de coragem política, marca indelével da desastrosa passagem pelo Palácio Thomé de Souza, não lhe permitiu ir além de bravatas, factóides e incontáveis REFIS - para gáudio dos sonegadores, em detrimento da cidade.

    O novo prefeito é também um empresário poderoso no ramo da comunicação e da indústria do entretenimento. O mesmo segmento que, no início da era JH, reagiu indignado quando Reub Celestino, então titular da Sefaz, botou o dedo numa das feridas abertas mais purulentas do Código: o regime de estimativa para cobrança de ISS. As empresas do carnaval (blocos e camarotes), assim como produtores de eventos como o Festival de Verão, fazem uma estimativa de público e sobre essa estimativa, recolhem o ISS. Sopa no mel!!! Engraçado é que a estimativa usada para calcular o imposto a recolher nunca bate - nem chega perto - do público que essas empresas informam em suas campanhas de divulgação para dourar a pílula oferecida ao distinto público. Em que parte estão faltando com a verdade? Na estimativa informada ao Fisco? Na propaganda de seus eventos? Não chega a ser um mistério. Nada que uma boa investigação jornalística não possa desvendar - o auditor fiscal e vereador Silvio Humberto pode ser uma boa fonte.

    O fato é que, antes mesmo de compor sua proposta de reforma tributária, o prefeito poderia crescer em autoridade dando o exemplo a partir de casa. Que tal começar a abrir o jogo e mostrar que a estimativa do Festival de Verão e do Camarote Salvador (a indecência continua!), deste ano e dos ano passado, pelo menos, não é discrepante com o público real, como qualquer um de nós, simples mortais, pode supor???

    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

    GAL COSTA - BLOCO DO PRAZER


    QUE PENA - JORGE BEN & GAL COSTA


    Legião Urbana - Acústico MTV (Completo com Legenda)


    Gal Costa - Esquadros


    Judit/Dorka with English subtitle (lesbian interest) - Társas Játék




    Lady Zu - A Noite Vai Chegar (Edição Especial)


    Calendário mostra artistas baianos abraçando crianças que tem Aids



    porr
    Valéria Ibalo

    Está marcado para essa quarta-feira (30/1), às 11horas, o lançamento do Calendário Abrace a Vida, na Fundação Casa de Jorge Amado, com a presença de artistas como Luís Miranda, Jackson Costa, Flávio Venturini e Gerônimo.
    Em 2007, depois de 18 anos de existência, a casa de acolhimento das crianças com AIDS – Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM), localizada no bairro de Pernambués, fechou as portas por falta de recursos.
    Com o fechamento, ocorreu a primeira morte de uma criança e foi a partir dessa situação que o artista plástico e designer Marcelo Mendonça teve a ideia de clicar personalidades abraçando as crianças com AIDS, para posteriormente confeccionar um calendário e comercializá-lo, com a venda revertida para a Instituição.
    Na edição de 2013, o calendário conta com figuras que fizeram parte da história de Jorge Amado, como Caetano Veloso, Sônia Braga, Gilberto Gil, Gerônimo e outros que homenageiam o escritor de alguma maneira.
    Participam ainda personalidades como Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Jau, Lenine, Mariene de Castro, Lázaro Ramos, Luis Miranda e Carlinhos Brown, todos abraçando crianças com AIDS.
     
    O Calendário Abrace a Vida – Amado de Todas as Crianças é adornado pelas ilustrações de Marcelo Mendonça, pinturas exposta em sua turnê na Europa em 2012.
    Segundo o artista, o objetivo do calendário “é  contribuir para a superação do preconceito contra o HIV-AIDS, divulgar o trabalho da IBCM e angariar fundos, com a venda dos calendários por R$15,00, para a manutenção e sobrevivência das atividades”.
    Desde 2008 a instituição vem lançando o calendário – Abraçando a Vida, com personalidades baianas e internacionais.
    A IBCM é uma instituição sem fins lucrativos, que assiste pessoas empobrecidas que vivem com o HIV-AIDS, mantendo para isso um centro diurno com 70 crianças que convivem com o mesmo vírus.
    A IBCM abriga ainda 15 famílias com AIDS, que antes viviam nas ruas de Salvador e presta assistência a outras 250 famílias.

    terça-feira, 29 de janeiro de 2013

    Problemas com internete, celulares e telefonia fixa? Liga pra ANATEL 1331

    A Anatel disponibiliza diversos meios para consumidores e a sociedade em

     geral entrarem em contato para fazer reclamações sobre os serviços das

     empresas, propor sugestões e tecer críticas ou elogios sobre o Portal e sobre

     a atuação da Anatel

    Telefone



    A central de atendimento da Anatel funciona de segunda a sexta-feira, nos 


    dias úteis, das 8h às 20h.


    Ligue 1331 para registrar reclamações e denúncias contra operadoras, além 


    sugestões ou pedidos de informações sobre a Anatel, inclusive sobre o nosso 

    Portal.

    Pessoas com deficiências auditivas devem ligar 1332 de qualquer telefone 


    adaptado.

    Internet

    Utilize o serviço de auto-atendimento para registrar e acompanhar 


    reclamações, denúncias, pedidos de informação, sugestões e elogios em 

    relação às operadoras, à Agência e, inclusive, ao nosso Portal. O acesso ao

     sistema é feito mediante cadastramento do usuário.

     Antes de efetuar reclamação sobre os serviços de telecomunicações, no

     entanto, procure sua prestadora e tenha em mãos, ao entrar em contato com 

    a Anatel, o protocolo de atendimento da empresa.

    Atendimento pessoal

    Em cada capital brasileira funciona uma Sala do Cidadão, espaço que tem


     como objetivo tornar mais interativo o relacionamento da Anatel com a 

    sociedade, oferecendo facilidades para que o cidadão obtenha informações e 

    documentos, 

    registre reclamações, dê entrada em documentos e/ou acompanhe o 

    andamento de processos protocolados na Agência.

    Cada Sala conta com estrutura de atendimento para prestar informações,


     esclarecer dúvidas e ajudar os interessados na busca online de informações 

    sobre o setor de telecomunicações. Conheça os endereços e os telefones de

     contato da sede da Agência e de suas representações estaduais.

    Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do

    Wagner anuncia duas novas embarcações e analisa funcionamento do Sistema Ferry-Boat




    A compra de duas novas embarcações para o Sistema Ferry Boat, uma avaliação do funcionamento do sistema - antes de passar a operar sob a intervenção do Estado - e os planos para regularizar a prestação do serviço com qualidade estão entre os principais temas do programa Conversa com o Governador desta terça-feira (29).

    Antes de entrar nos assuntos referentes às ações do Governo do Estado, Wagner fala da tristeza pela morte de mais de 230 jovens durante um incêndio numa casa de eventos em Santa Maria, município do Rio Grande do Sul, e presta solidariedade aos familiares e amigos das vítimas.

    O programa também aborda a visita de inspeção que o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, faz nesta terça às obras da Arena Fonte Nova, e a entrega, nesta segunda, da base comunitária de segurança e do Centro Integrado de Comunicação, na cidade de Porto Seguro, no sul da Bahia.  

    Ferry boat

    Em relação ao Sistema Ferry Boat, Wagner diz que a concessão foi contratada antes de 2007, quando assumiu o governo, e continuou valendo até a intervenção, no ano passado. “A empresa não estava prestando um serviço à altura [da população] nem fazia manutenção. Eu diria até que, pelas nossas constatações, muitas das embarcações não tinham as condições ideais para trafegar. Por isso nós tivemos que fazer um programa emergencial”.

    Segundo o governador, o sistema continuou operando, com o apoio do 2º Distrito Naval e da Base Naval de Aratu, para que as embarcações pudessem ser docadas e reformadas. “Na medida em que a manutenção, durante muito tempo, não foi feita à altura, encontramos muitos problemas, e várias peças têm que ser importadas para a recuperação definitiva. Além de alguns ferries que vão ser entregues após a manutenção, já com peças novas, estou autorizando também a compra de, pelo menos, duas embarcações, provavelmente na Europa”.

    Ele afirma ainda que não há embarcações adequadas para este tipo de transporte vendidas no Brasil. “Fizemos uma intervenção correta e estamos botando a casa em ordem. Eu sei que o povo da Ilha tem sofrido muito, mas nós vamos para a solução definitiva”.

    Arena Fonte Nova

    Segundo o governador, a Arena Fonte Nova está em boas condições para receber a visita de inspeção do comitê e do secretário-geral da Fifa, nesta terça-feira. “Estamos com cerca 91% [das obras] executadas e tratando da requalificação do entorno do estádio, exatamente para melhorar o fluxo de baianos e de turistas”. De acordo com o governador, a expectativa é que, até o mês de março, o equipamento seja entregue.

    “Ela [a Arena] é considerada, hoje, das melhores entre todas as que estão sendo construídas. Espero que, depois Copa das Confederações e da Copa do Mundo [da Fifa] 2014, o estádio sirva também para qualificar o esporte e a vida cultural de Salvador. A capital vai se colocar no roteiro dos grandes espetáculos, que são de fora daqui e dependem de uma estrutura melhor”.

    Incêndio no Rio Grande do Sul

    No início do programa, ao prestar solidariedade, Jaques Wagner alerta sobre os riscos de não se manter os locais onde ocorrem eventos dentro da legalidade e com todas as normas de segurança atendidas. “A cada dia, temos que nos preparar, no caso de uma emergência, de um acidente, termos as condições ideais e para dar o atendimento necessário a todas as pessoas. É uma semana difícil, triste. Há o luto oficial decretado pela presidenta Dilma e, repito, a nossa solidariedade ao povo gaúcho”.


    O governador se despede afirmando que a Bahia já está clima de Carnaval, com o turismo em alta. “Graças a Deus [está] tudo preparado na área da Polícia Militar, da saúde, do turismo, para recepcionar os turistas e garantir a segurança nas ruas. Espero que seja mais um Carnaval bonito, de paz e de muita participação popular”.

    O programa Conversa com o Governador é produzido pela Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia (Secom), veiculado toda terça-feira, às 7h30, pela Rádio Educadora FM 107,5 MHz e reproduzido por vários veículos de comunicação, além de ficar disponível na página do Conversa e pelo telefone 0800-071-7328.

    Saudações,


    Edmundo Filho
    Coord Rádio Agecom
    71 3115-6455

    Traga sua máscara e venha curtir Maragojipe no Pelourinho


    segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

    Os equívocos da internação compulsória




    Por Maurício Fiore
    Pouco tempo depois da prefeitura do Rio de Janeiro, agora é a vez do governo paulista adotar uma política de atenção aos dependentes de drogas baseada na internação compulsória.
    Gato e rato: eis a estratégia usada pelos agentes da prefeitura. Fotos: Adriana Lorete
    Imagem da busca dos agentes da prefeitura do Rio contra usuários de crack. Fotos: Adriana Lorete
     
    O “problema do crack” parece ter se tornado um dividendo eleitoral de peso e motivado as esferas federais, estaduais e municipais a se movimentar – infelizmente, em busca de soluções rápidas que ignoram evidências e afrontam direitos. As ações recentes são, na verdade, focalizadas em grupos específicos de pessoas que ocupam regiões degradadas das cidades e fazem uso da forma fumada e barata de cocaína.

    No caso de São Paulo, a chegada do crack se deu nos fins dos anos 1980. A partir de meados dos anos 1990, a região da Luz e adjacências, já degradada, foi progressivamente se tornando um espaço onde os consumidores se concentraram para encontrar crack e ter liberdade em usá-lo. O crack não inventou as populações marginalizadas que moram no Centro como forma de sobrevivência, mas foi acolhido por muitos deles, principalmente por aqueles em situação de rua. Além disso, muitos consumidores de crack vieram das periferias, onde se sentiam ameaçados. Agrupados, trafegando numa vigília nervosa, com um gestual agressivo, a existência dos “craqueiros” tornou-se socialmente insuportável porque não se esconde, porque é visível.

    Só uma pequena parte dos consumidores de crack da cidade está no Centro, mas não nos enganemos sobre a intenção primeira de todas essas ações recentes, exemplificadas nos episódios de violência de janeiro de 2012: uma tática de limpeza desses espaços, travestida de “cuidado aos dependentes”, por meio da retirada higienista de populações indesejadas.

    É evidente que o consumo do crack – em muitos casos associado à compulsividade e a sérios danos à saúde e à vida social e afetiva – tem que ser alvo de atenção do poder público. Mas políticas públicas não podem se pautar no alarmismo em torno da ideia de que há uma epidemia de crack. A incontestável disseminação dessa droga pelo país não evidencia a existência de uma epidemia, pois, não obstante suas graves consequências, a prevalência do consumo de crack é pequena se comparada a de outras substâncias psicoativas com alto potencial de dano, como o álcool, cuja escala epidêmica é consensual.

    Fala-se também do crack como um forte combustível para a violência. De fato, assim como outras drogas ilegais, seu mercado clandestino está associado ao crime e, portanto, à violência. Mas a relação entre o crack e a violência não é automática, haja vista, por exemplo, que o número de homicídios em São Paulo caiu no período em que o consumo da droga se expandia. Se há uma associação sustentada pelos dados, é a maior predileção de populações vulneráveis e de bairros mais pobres pelo crack, seja no Brasil, nos demais países da América Latina ou nos EUA, onde ele surgiu.
    A criação de um tribunal de “campanha”, no qual juízes e promotores, auxiliados por médicos, decidirão em algumas horas quem será tratado por meio do confinamento é um atentado contra a Lei 10.216/2001, marco da luta contra o trágico modelo de confinamento manicomial.

    Ela estabeleceu limites para as internações contra a vontade, que só devem ser prescritas quando esgotadas todas as alternativas ou em casos de risco iminente de morte. Além disso, a Organização Mundial de Saúde pediu para que os países abandonassem a política de internações compulsórias, pois elas não só acarretam violações de direitos humanos, como são pouco eficazes para a maior parte dos casos.
    Internar parece uma solução atraente porque nos remete a um contexto de proteção, mas, por estar sustentada no isolamento artificial dos indivíduos, não resolve o maior desafio para a continuidade do tratamento da dependência, que é a vida fora dos limites da clínica.

    Quando ocorre à força, a chance de uma internação ter bons resultados cai ainda mais.
    A dependência química não é “uma doença como apendicite, pneumonia”, como declarou recentemente o médico e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. As evidências científicas a definem como um transtorno complexo, no qual a relação patológica do sujeito com a(s) substância(s) se instala a partir de uma confluência de fatores psíquicos, bioquímicos e sociais.

    No caso da dependência de crack, a trajetória de muitos consumidores que circulam pelo Centro é marcada por privações e dificuldades de diversas ordens. Interferir nesse difícil contexto de vida, com a adoção de políticas de reinserção no mercado de trabalho, de reforço dos vínculos comunitários, de educação formal, de acesso aos cuidados básicos de higiene e saúde, entre outras ações – é parte fundamental de uma política que, de fato, esteja preocupada em cuidar dessas pessoas, não apenas tirá-las de nossas vistas.

    Além disso, para defender a internação, é comum se desqualificar a rede pública de atenção à saúde mental, principalmente os Centros de Atenção Psicossociais (CAPs). Se há um grave problema da rede, é sua estrutura insuficiente, por vezes precária. Portanto, os resultados que seriam colhidos pelo investimento na qualificação da atenção psicossocial são ignorados pelo lobby da internação, sedento por recursos.

    Enfim, cabe dizer que as dramáticas histórias de vida não são justificativas que desresponsabilizam os dependentes de crack; ao contrário, o caminho mais frutífero é reforçar sua capacidade de decisão, oferecendo cuidados e alternativas. A opção pelo confinamento forçado não resulta em proteção, mas no enfraquecimento do fator mais relevante para o tratamento da dependência: a vontade individual.
     
    Maurício Fiore é antropólogo, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (Neip)

    Fonte: 

    Violações na rede não devem ser ignoradas’ entrevista com Thiago Tavares, da Safernet #MarcoCivil



    Do Link – Entrevista com Thiago Tavares, presidente da Safernet sobre política de conteúdo das redes sociais e a legislação vigente.
    O aumento das denúncias é motivo para preocupação?
    Sem dúvida. Não só os números, mas também a persistência e a proliferação deles. Se você olhar a série histórica, verá que houve um boom no número de casos de neonazismo nos últimos anos. Isso aumentou a partir de 2010 por causa da resistência das empresas a agir em relação a esse tipo de conteúdo. As empresas agem em caso de pedofilia, porque a lei diz que elas podem ser responsabilizadas criminalmente, Mas no caso de racismo, por exemplo, não há obrigação. Então elas deixam o conteúdo na rede e ele não só se perpetua, mas se prolifera.
    Críticas. Tavares defende que empresas considerem as denúncias ao estabelecer suas políticas
    Como vocês avaliam a postura do Facebook?
    Eles têm uma política mais restrita. Muita coisa é removida com base na decisão da própria empresa – conteúdo que afugenta anunciantes, por exemplo. Abuso sexual e flagrante violação aos termos, eles normalmente removem. Mas o conteúdo racista nem sempre é removido. Nós já encaminhamos a denúncia sobre o “Lobo da insanidade” (mais informações aqui) para eles.
    Pretendem firmar um acordo de cooperação?
    Existe uma conversa com os executivos da empresa nos Estados Unidos para agilizar o processo de revisão e eventual remoção de conteúdos que violem direitos humanos fundamentais. Ainda está bem no início, mas há uma predisposição da empresa para não cometer os erros que o Google cometeu com o Orkut.
    Como a Justiça brasileira vê a questão da responsabilidade?
    Cada juiz é uma sentença. Existem decisões em todos os sentidos, inclusive contraditórias. Há coisas em que não há discordância: crimes tipificados em lei e mediados pela tecnologia. Em relação aos Estados Unidos – que é o ordenamento jurídico que orienta a estratégia não só do Facebook, mas de outras redes sociais –, percebemos que há um conflito entre o que diz a nossa Constituição, que diz que o racismo é crime inafiançável, e a Constituição americana, que diz no primeiro artigo que a liberdade de expressão não pode ser violada.
    O Marco Civil ajudaria?
    Neste tema, o Marco Civil tem sido pautado por interesses econômicos. A liberdade de expressão é uma cortina de fumaça para questões como controle social e direitos fundamentais. Não é uma questão simples.
    Qual seria um modelo regulatório adequado?
    Não existe atividade econômica isenta de cumprir o Código de Defesa do Consumidor. A empresa precisa no mínimo oferecer um canal de atendimento. O usuário do Twitter procura quem?
    O que as pessoas podem fazer ao ver conteúdo inadequado?
    Quaisquer conteúdos que violem direitos humanos e que possam se enquadrar em racismo, apologia e incitação a crimes contra a vida, tráfico de pessoas, pornografia infantil, intolerância religiosa e homofobia não devem ser ignorados. Eles devem ser denunciados no denuncie.org ou diretamente no denúncias.pf.gov.br ou na Safernet. É possível acompanhar a denúncia de forma anônima.
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